
Oi, sou eu
- Jorge André
- "Você sabe o que eu quero dizer, não tá escrito nos outdoors. Por mais que a gente grite, o silêncio é sempre maior" (Engenheiros do Hawaii)
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Preço Promocional

terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Relações que mudam o mundo - Parte 2
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Ecos do Amanhã
Foto: ConticasosTer um transtorno-obsessivo-compulsivo não-diagnosticado é uma via de mão dupla. Por um lado, você tem que ficar conferindo n vezes se fechou, e se fechou MESMO, a porta de casa; toda placa de veículo vira operação matemática, todo tique é pouco pra você.
terça-feira, 29 de julho de 2008
Fãs da boa música, tremei!
Em tempo: como eu voltei a não me contentar com uma notícia só por postagem, lá vai mais uma (e essa, certamente, o sapaténho bruno vai ler com litruzylytruz de lágrimas nos olhos): KANYE WEST está confirmado como atração do Tim Festival.
E aí, Afonso, como anda a cotação dos rins no mercado negro?
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Myths Of The Near Future: Bem-vindos ao new rave klaxista

O nome do quarteto tem a ver com buzina (em francês, Klaxon), mas para os brasileiros, também lembra da revista-manifesto do Modernismo. Segundo comentários em rede, a exemplo dos escritores tupiniquins, os britânicos difundiram um novo estilo musical, o new rave (new wave+ música eletrônica).
Klaxons reaproveita canções boas de estilos e artistas já passados: da vertente eletrônica conhecida nos anos 1980 como synth pop, característico de Alphaville e Information Society (Two Receivers, Golden Skanks); Isle of Her lembra Space Frogs, do The Doors; eles dão também uma pisadinha na disco house (Forgotten Works).
So Above, So Below, para aqueles que são asilados por video-game há eras, recorda muito os jogos do Atari (aquele sonzim distorcido que embalava a galera feliz a jogar).
Klaxons tem uma preocupação com o atual: Atlantis to Interzone e Magick podem tocar sem susto em festas regadas a muito tecno e trance (abaixo o psy!); Four Horsemen of 2012 mergulha o ouvinte em uma outra dimensão, bem ao gosto da rapêizi que curte os jogos-futuristas-mata-tudo, como Halo.
Os ingleses trazem à tona, em plena sintonia com os escritores vanguardistas do início do século XX, viagens altamente dadaístas (Totem Of The Timeline relata um agradável encontro da banda com Júlio César, Lady Di e Madre Teresa de Calcutá).
Gravitys Rainbow só falta falar: DOWNLOAD ME NOW, BABY!
Ah, tem também uma música volta-meu-amor, pra não dizer que os caras só fazem estilo poético viajandão (a ótima It´s Not Over Yet).
Enfim, Klaxons é diversão para seu dia, é novo, é futurista. Simplesmente klaxista.
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Prinzhorn Dance School - Up!Up!Up!

Lembra daquele blog-que-me-deixou-feliz que eu falei?[não?ah, tá... : ( ]. Pois é, eu descobri essa banda lá também. São britânicos de Brighton. Essa música faz parte do álbum homônimo deles, de 2007.
Antes de tudo, NÃO se parece com High School Musical, apesar do nome.
Toby Prinz, um dos cantores, lembra muito Malcom McDowell em Laranja Mecânica.
Reflete bem minha fase esquizóide, patológico-naturalista.
Um som estranho, lento, na primeira vez que se escuta é chatíssimo. Mas com carinho - e diria eu, paciência - você que gosta de um som em slow motion, minimalista, de decomposição dos instrumentos, certamente vai curtir. Estilo bom pra relaxar, lembra Björk e Primal Scream (quem?) .
Ah, Up!Up!Up! é o primeiro clipe - e single - da banda.
Pra quem quiser procurar o álbum, destaco Hamworth Sports And Leisure.
domingo, 28 de outubro de 2007
Quanto mais simplicidade, mais bela é a melodia
Não espere efeitos inesperados – exceto o som de piscina no começo da vibrante Latchmere (uma das minhas preferidas), ou muita mistura de ritmos – só um flerte com o drum´n´bass, perceptível em músicas como About Your Dress e O.A.V.I.P.
Em vez disso, baterias vigorosas – como em X-Ray, primeiro single do quinteto, e Happy Faces – baixos envolventes (All in Your Rows), e melodias emocionantes (Precious Time, First Love, Lego) permeiam Colour It In, embalado pela voz purinha de Orlando Weeks, muito parecida com a de Morrissey, do The Smiths.
As faixas mais destoantes – mas nem por isso ruins – são as de abertura – a bela quase-valsa Good Old Bill – e a de encerramento, Toothpaste Kisses – esta ao melhor estilo Somewhere Over The Rainbow, na versão de Jack Johnson.
É um álbum pra ser ouvido como quem não quer nada, diversão passageira – pouco mais de 38 minutos – porém cativante. Simples assim.
P.S:Fuçe blogs por aí q cê encontra o link pra download bunitim, ok? (eita, mais eu sou mau...mala mesmo!¬¬)
sábado, 6 de outubro de 2007
Resenha-relâmpago de Favourite Worst Nightmare, do Arctic Monkeys: Esse Álbum é um Circo

sexta-feira, 5 de outubro de 2007
Arcade Fire - No Cars Go
Arcade Fire é uma banda canadense que eu conheci via a casa dos ava (qm disse que blog naum eh utilidade?) que me surpreendeu por ser rock, atual, antigo, norte-americano e de qualidade.
No Cars Go não é (injustamente, eu acho) um dos dois singles do novo álbum da banda, Neon Bible (são Keep The Car Running e Intervention, também ótimas), lançado em maio de 2007, mas é uma música muuito massa mesmo.
O álbum foi gravado em uma igreja comprada pelo grupo. Segundo eles, melhorava a acústica. Lá isso eu não sei. O que eu sei é que as músicas tem um tom assim de antigas, de sacras, de mórbidas, de profanas, de eternas, muito parecido com coisas dos anos 1980 (alguém aí sabe me dizer das referências desses caras? Eu voto em A-HA, Depeche Mode, Direstraits, Johnny Cash e mais gente do rock progressivo, ou do new age - new age é um achismo, o que é new age?Ah, achei! Valeu, Wikipedia! Entre outros, é o estilo da Enya, certo? Não? Então, vá pesquisar também!)
No Cars Go é viagem, meditação, agitada, mistura tudo de uma vez só. A pessoa não sabe se pula(olha a tela do cpu!), se chora, se fecha os olhos e pensa. É perfeita. Escute com a inspiração do momento e aproveite.
Good night and stay beautiful (sinto que acabei de cagar um post...)