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"Você sabe o que eu quero dizer, não tá escrito nos outdoors. Por mais que a gente grite, o silêncio é sempre maior" (Engenheiros do Hawaii)
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quarta-feira, 22 de julho de 2009

Baixou o jurista

Meu tempo, quando está relativamente ocioso, se ocupa de coisas inúteis que eu posto no blog altamente relevantes. Passando os olhos por vários (único que eu li) portais de notícias, eis que encontro esta notícia:


Ráaaaaaaaaa, meu amigo, aí baixou o estudante de Direito. Lá fui eu procurar na nossa (?) velha (??) amiga (???) Constituição Federal, o artigo relativo à acumulação de cargos na Administração Pública. Acompanhe no detalhe:

Art. 37, XVI, CF: é vedada a acumulação remunerada de cargos públicos, exceto, quando houver compatibilidade de horários, observado em qualquer caso o disposto no inciso XI:

a) a de dois cargos de professor;

b) a de um cargo de professor com outro técnico ou científico;

c) a de dois cargos privativos de médico;

d) a de dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde, com profissões regulamentadas;

Então, disso eu concluí que não são só os profissionais de saúde que podem acumular cargos públicos (se bem que o Procurador-Geral do Estado fala de vencimentos, e quem sou eu pra discordar do que o homem fala?), e que o que o Secretário de Educação (municipal/estadual? Insira aqui outra opção) Washington Bonfim falou, significa que ...hã..., porque professores podem acumular contra(-?) cheques, desde que os dois sejam de professores.

Mas vão analisar caso a caso, seguindo a orientação do Procurador-Geral do Estado. Ainda bem...

P.S: Essa vai pra série "o que você tem a ver com isso, Jijandré?"


domingo, 15 de março de 2009

Jornalismo de terno e gravata

Blogueiro fala das suas expectativas e sensações sobre o bloco de Jornal Impresso do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Piauí
JustificarImagem meramente ilustrativa. Esse NÃO é o laboratório de jornal impresso da UFPI.

Depois de cursar seis blocos de Bacharelado em Comunicação Social pela Universidade Federal do Piauí (sim, eu quis destacar esse fato), finalmente vou pagar uma parte das disciplinas de Jornal Impresso: Prática I - Jornal e Planejamento Gráfico e Editoração.

Muita gente pode amar radiojornalismo, temer o telejornalismo, mas o jornal, para mim, é a vedete do curso, com suas coxas roliças e bem torneadas à mostra. É a vitrine dos futuros jornalistas, a primeira oportunidade (pra quem segue o curso à risca) de mostrarmos nosso melhor para o resto do mundo. Tudo graças ao Calandragem, jornal-laboratório do nosso curso na UFPI.

Agora, serei vidraça. Lembro das vezes em que via alguns veteranos criticando as matérias, apontando erros de ortografia, de concordância, de diagramação, e aquilo me assustava um pouco. Por isso, pretendo produzir com muito zelo e atenção meus textos, e primar pela correção das informações (catando coisas pelo texto do projeto do Radiando).

Enquanto eu não cursava essas matérias, observei um pouco da rotina dos amigos e colegas de universidade (cheguei até a pedir que alguns autografassem as matérias...Quem lembra?). Vi estresses, tensões, correrias, sucessos, pessoas que se transformavam em jornalistas formados, enfim. Muitos com a certeza de que aquele era um passo importante para a própria carreira.

Minha demora foi providencial, porque pude sacar um pouco como eram as disciplinas, e já pegar algumas dicas (a maneira de enfatizar um fato, como eu fiz lá em cima, veio da Rosa, que ouviu de alguém. Obrigado.) . Não estou mais pronto do que ninguém, porém não vou chegar tão despreparado. Devo me prevenir para as descobertas e surpresas, todavia.

Confesso ter alguma dificuldade em escrever (não vos enganeis com este texto verborrágico, ó, meus irmãos.) . Acho complicado ordenar as ideias por escrito, saber o que é mais relevante, quem vem primeiro, quem vai depois.

Às vezes, não me reconheço naquilo que escrevo. Minha linguagem ainda carrega os traços mecânicos das redações do Ensino Médio. Quero aprender a escrever mais naturalmente, em tom de conversa, mas sem perder as formalidades jornalísticas necessárias.

Após todas essas ressalvas, só posso dizer que estou muito ansioso para fazer minha primeira matéria. Espero que este semestre seja bastante proveitoso, e que eu consiga me desenvolver ainda mais nesse curso no qual eu já montei foi na cacunda (te dolo, Jornalismo!).

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Quem quer fazer dois anos de blog?


Hoje vai ser uma festa?

Há dois anos, comecei a dar expediente por aqui. Não sei se consegui meu objetivo com o blog, que era de fazer uma coisa mais séria, mais formal, mais cult, ora diabos! Mas gosto do que eu escrevo hoje. Tosquices, tosquices, e eventualmente aqui e acolá uma coisinha séria pra quebrar o gelo ( e chocar alguns leitores, 180º que me espere). 

Aí, né, pra não me sentir sozinho e ter o que escrever , fui procurar três aniversariantes do dia, e três gentes que completam anos de alguma coisa hoje, e três factos históricos, ó cá:

 - Em 10 de fevereiro de 1963, Kitakyushu recebeu o título de cidade;

 - Em 1980, O Partido dos Trabalhadores, vulgo PT, foi fundado (sabia que ia ter alguma merda coisa espetacular acontecendo hoje...);

 - Em 1993, Michael Jackson deu uma entrevista à Oprah Winfrey, sendo visto por mais de 100 milhões de pessoas. Foi o quarto evento mais assistido da história da televisão mundial;

Na data, nasceram:

 - Henri Castelli (1978);

 - Cauby Peixoto (1931);

 - Bertold Brecht (1898 - 1956) (aham, sooo uncult);

Também num dia de hoje, morreram:

 -  Sofia Vasilyevna Kovalevskaja, matemática russa;

 - Marcel Mauss, sociólogo francês;

 - Montesquieu, O Montesquieu (nem precisa explicar).

Pois é, gente, é isso. Enquanto a cabeça estiver fervilhando idéias, cá estarei eu, atualizando essa página. Porque, como eu disse na primeira e mal feitinha postagem, parafraseando Irandé Antunes, "Sejam palavras bonitas ou sejam palavras feias; seja mentira ou sejam verdade, ou sejam verdades meias; são sempre muito importantes as coisas que a gente escreve".

P.S: Escrevi o post pensando que tava fazendo três anos, mas eram só dois.

Fala sério, Jandré, essa nem eu conseguia..rãrã

Mas todo mundo dizendo "Parabéns, Traços Esparsos!" nos coments, ok?



sábado, 7 de fevereiro de 2009

Coisas que descobri assistindo à MTV

Todo mundo descobriu alguma coisa com alguma coisa que fez. Eu não podia ser diferente, então lá vai. Olha o que resultou da minha experiência com a MTV:

 - Como amar e odiar uma música em uma semana (Hot´n´Cold, Katy Perry).

 - Como odiar ainda mais uma música em uma semana (Ainda Gosto Dela, Skank).

- Como uma sequência de músicas podem me fazer viajar para um tempo bom (Raimundos³, Blink 182>Nirvana>Bon Jovi).

 - Como ter vontade de ler Crepúsculo só de ouvir a música-tema do filme (Paramore - Decode).

 - Altas doses de NX Zero deixaram a dúvida: será que eu sou emo e não sei?

 - Mais ainda: NX Zero é ruim porque é emo, sofre preconceito ou é o som que não presta e eu não sei? Porque pra mim eles são uns singlemakers, mas o álbum todo....é fraco.

 - Preciso revisitar meu Myspace. The Twelves não estão facilmente localizáveis no Orkut.

 - Penélope Nova: apesar da gritaria, gostei da espontaneidade (excessiva) e do jeito dinâmico de apresentar.

 - Decadence avec ellegance: Lobão é apresentador da eme tê vê (e não êm tí ví).

 - João Gordo e Ratinho: separados por uma briga com Dado Dolabella. Ambos péssimos.

 - Mallu Magalhães está prestes a se tornar a estrela mais onipotente, onipresente, onisciente e Ônix Jeans do pop brasileiro. Dois programas com ela em uma semana?

 - Em uma semana, MTV manipulou meu cérebro (sinto saudades snif snif).


quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Sentimentos de um estrangeiro


FOTO NÃO DISPONÍVEL

Um lugar onde o centro comercial se concentra ao redor de uma praça; farmácias não são apenas farmácias, mas também são sorveterias e locadoras de DVDs; cervejas são servidas de trás pra frente (da mais quente pra mais gelada); celulares servem de despertador, agenda, relógio, menos como celulares (mas isso vai mudar, em breve); um lugar onde existem pessoas que, a despeito de lutarem pelo seu sustento, lutam também para desenvolver a cidade.

Esta é Simões do Piauí, sul profundo do Estado, onde passei uma boa semana. Lá, estava escrito na minha testa: "turista". Aquela sensação de ser observado o tempo todo era mania de perseguição constante.

Não sei se por preguiça (gastei muitas horas deitado num sofá onde, além de ver muita MTV, rascunhei este texto) ou introspecção (tímido de costume?), pouco interagi com os moradores (salvo uns coleguinhas pentelhos que tocavam o interfone pra encher o saco motherf.. aham).

Ainda assim, me senti tão bem, um interior sossegado do jeito que eu gosto. Bom para relaxar e refletir sobre a vida.

(Aqui, abro esses parênteses para agradecer à Dona Dorinha, que levava meu almoço. Muito gente boa. Obrigado e fecha parênteses).

Sim, eu fui tratado como um princeso. Mas não é bom a gente ir pra um lugar e ser bem tratado a pão-de-ló que nem jumento? Eu gosto. E gostei de Simões. Espero voltar.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Protestantismo

Nos blogs...


Ela chegou! A reforma ortográfica já é uma realidade. Mas relaxai! Li dizerem que a mudança só afetou 2% do nosso vasto acervo vovocabular. Agora, é hora de algumas despedidas: tchau, pára-quedas! Falou, lingüiça! (de hoje em diante, blogueiros como eu só vão encher linguiça).


Sinceramente, às muitas vezes não entendo o que o Môllir/Millôr Fernandes diz em seus textos na Veja, mas fico com uma citação dele: "Tão mexendo na tua língua. Quer dizer, na escrita, porque na língua falada e na outra, a propriamente dita, felizmente eles não conseguem mexer". Ainda bem.

Em todo caso, seje bem-vinda?/benvinda?/bem vinda?/bemvinda?(não, certeza que essa última não é), reforma! (tô vendo que vou ter que pegar a boa e nova gramática pra [re]aprender português...)

domingo, 11 de janeiro de 2009

Coragem pra conseguir vencer

Veronica Guerin, jornalista irlandesa

Até que ponto estamos dispostos a lutar por aquilo em que acreditamos? Tá, a pergunta é meio complicada para se responder assim, sem preparação (e algo séria de mais para um blog de tosquices). Mas fiquei pensando nisso quando terminei de assistir ao filme O Custo da Coragem, ontem, no Corujão.

O filme, como o título em português sugere, retrata as conseqüências das reportagens da jornalista irlandesa Veronica Guerin (Cate Blanchett). Ela denunciou, em 1994, um esquema de tráfico de drogas no país, que eram consumidas, principalmente, por pessoas até 14 anos de idade (mesmo na ficção, não foi nada legal ver uma criança injetando drogas em si mesma).

Veronica sofreu várias ameaças - que puseram em risco, inclusive, a vida da própria família - foi baleada, espancada, mas não desistiu. Ela sabia da importância, tanto profissional quanto para a sociedade, em desmanchar a quadrilha de traficantes. Conseguiu. Resultado: foi assassinada em 1996 (tá, contei o filme todo. Mas aqui o que conta é a forma como os fatos se desenrolam. Assista, okioki?). Mas atingiu seu objetivo.

Acredito que o mundo de hoje não mais seja propício para o surgimento de novos "mártires". E nem deve ser uma coisa esperada (eu mesmo não tenho coragem de morrer por uma causa. E você?). O que se espera é que não se tenha medo de correr atrás dos sonhos, não importa o quão irrealizáveis eles possam parecer (e muitos o são, de fato).

Seguir um objetivo de vida é um caminho perigoso: se, por um lado, nos faz organizar a vida em prol desta causa, por outro nos faz, em certos momentos, perder a noção. Enveredamos em situações que nos fogem do controle, voamos alto, tudo parece mais difícil. Mas penso que vale a pena.

Quero ser um jornalista insolente. Não daqueles que fazem perguntas apenas para irritar, mas que faça perguntas para buscar aquilo que há de mais profundo e verdadeiro em um fato. Quero ter a capacidade, a boa malícia de não apenas contar histórias como elas acontecem, mas de também saber o que contar, o que e como procurar o "algo a mais", o diferencial das notícias.

Veronica Guerin morreu, e deixou o exemplo. Não quero ser tão extremado. Eu preciso de muita gente, e, creio, muita gente precisa de mim vivo. Vou atrás daquilo em que acredito. Já será uma contribuição e tanto.

Se ainda tiver saco depois de ter chegado até aqui, acompanhe uma das músicas finais do filme, "Fields of Athenry":



(Se preocupe não, leitor habitual, eu volto logo pras atividades de sempre. Vem aí BBB G e Caminho das Índias. Até).

sábado, 10 de janeiro de 2009

Na Terra Das Letrinhas

Eu fiz um projeto pra mim mesmo de assistir mais à TV Brasil (cult soo cult). Até agora, não me arrependi. Ontem à tarde, até a programação infantil foi show. Primeiro, o curta "Que Horas São?" Mas o que me chamou a atenção mesmo foi o desenho "Na Terra das Letrinhas". Acompanhe:



Esse não foi beeeem ao que eu assisti, mas deu pra ter uma noção. Achei uma sacada muito massa essa de colocar as palavras no lugar dos objetos que representam. Bem ao estilo Saussure (tow dizendo que tou virando cult...).

sábado, 27 de dezembro de 2008

Hoje é sábado, então...

É dia de análise de discurso. Olha essa matéria do Globoesporte.com:

27/12/2008

Flamengo e Corinthians planejam clássico pela paz na Palestina

Clubes acertam com Itamaraty jogo, que seria o primeiro de Ronaldo pelo seu atual time contra o que diz ser o do seu coração, diz colunista

Rio de Janeiro

A primeira partida de Ronaldo pelo Corinthians contra o Flamengo pode se transformar num ato a favor da paz. Segundo o colunista Ancelmo Gois, do jornal "O Globo", os dois clubes estão negociando com o Itamaraty a realização de uma partida pelo fim dos conflitos na Palestina no primeiro semestre de 2009.

De acordo com o colunista, o presidente do Flamengo, Marcio Braga, e o vice-presidente de Marketing do Corinthians, Luís Paulo Rosenberg, já tiveram uma reunião com a ministra Vera Cíntia Alvarez, coordenadora-geral de Intercâmbio e Cooperação Esportiva do Ministério das Relações Exteriores. A grande atração seria Ronaldo Fenômeno, contratado pelo clube paulista após treinar por vários meses no carioca, do qual diz ser torcedor.

Primeiro, a questão do "o que diz ser o do seu coração". O cara que escreveu isso certamente deixou no ar a "contradição/traição" de Ronaldo, por ele dizer que é flamenguista, mas estar hoje jogando no Corinthians. 

Isso é o provável. Agora, a loucura: estarei eu viajando ou se tentou estabelecer, nessa curta matéria (e na atitude dos dirigentes das duas equipes), uma relação entre a guerra Palestina X Israel e a "guerra" (com direito a chororô emo dos flamenguistas, de um lado, ofendidos com a traição do "pérfido" Ronaldo, e fobas e mais fobas de alguns juvenis torcedores incautos do Corinthians, como se Ronaldo fosse um salvador, de outro) entre torcedores corinthianos e flamenguistas? 

Porque, eu penso, a "paz na Palestina" que eles querem promover tanto é a do território do Oriente Médio como a das torcidas brasileiras...

P.S: Jorge André ainda hoje anda com a faixa "100% anadisco" na cabeça [paranoid android mode on/]...

terça-feira, 6 de maio de 2008

Chupa que é cultura

Estávamos eu e parte da meguxada blogueira sentada no anfiteatro da Federal ontem quando, de repente, veio aquela dúvida relevantíssima (o que leva o indivíduo a essas dúvidas?):

Comigo Mesmo: Pessoal, o que é kitsch?

Meguxada Blogueira: Ãhn...Num sei...

CM: Bom, eu vi o Benny de Queridos Amigos dizer "A sinceridade é uma coisa muito kitsch". O que é kitsch?

(Detalhe que, nesse momento, era tão relevante o que eu dizia que só se falava em outra coisa)

Eis que o professor Achylles disse:

Professor Achylles: Kitsch é um brega intelectualizado!

CM: Por exemplo, professor...?

(Pausa dramática seguida de meditação e silêncio profundos...)

Essa resposta não me satisfez. Vamos à caça.

Olhando na Uíca (Wikipedia pros brasileiros que não falam o stricklialzianês), vi que kitsch serve pra denominar todo objeto excêntrico, de gosto duvidoso. O termo agrega uma série de princípios, como o da inadequação, acumulação, mediocridade e conforto. Tudo que é bizarro, extravagante, flagroso, é kitsch. Vê só:

Um objeto comum com um detalhe, hã...chamativo

Eu gosto deles... Eles são kitsch? Xolll!

Lampadinha kitsch? A-MEI!!!!

Em resumo: kitsch é o que o Achylles disse mesmo: é um brega intelectualizado. Mas com exemplos, ficou mais claro, néan?

Depois da pesquisa, Traços Esparsos já se rotula de kitsch. E vocês?

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Resumo da Primeira Avaliação de Tecnomídia

- Fotos boas não precisam de explicação.

- Fotos boas também não precisam de legenda (que é igualzinha à explicação, só que é diferente).

- Um bom fotógrafo deve tirar várias fotos de uma mesma coisa se quiser fazer uma foto excelente.

- Um bom fotógrafo sabe se utilizar de todos os efeitos de uma câmera; as poses que ele consegue são fruto de um olhar apurado sobre a realidade e um domínio incontestável sobre a máquina que ele utiliza.

NENHUM desses quatro itens foram respeitados ou sequer observados pelo blogueiro-aluno que ora vos fala. O tema escolhido para a prova foi "Olhar Digital Sobre Teresina". Acompanhem no detalhe:

Olhos Entreabertos

Deixa Que o Sol Te Veja

Eu sou o Lixo, eu sou o Luxo

Velocidade Máxima

A Revolta dos Pássaros - Parte 1

A Revolta dos Pássaros - Parte 2

A Revolta dos Pássaros - Parte 3

Ilusão de Ótica

Não percam, no Blog do Achylles (se ele criar...), essas e outras fotos, minhas e dos outros miguxos de Tecnomídia. Aguardem!

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Digital da Semana de Comunicação da UFPI

Bolo de cenoura com cobertura de chocolate...Ai, delícia! (piada interna é floyd)

Depois de ter furado com a galera blogueira (foi péssemo o que eu não fiz, zenti!) e ter perdido uma ótema oportunidade de divulgar-nos Traços Esparsos, e depois de ter conhecido Antônio "Kibe Loco", tá, Beth? (ô trocadilho infame!) e Frederico Fagundes Banguela, só tenho uma coisa a dizer:

EU S2

Apesar de que, em termos de conteúdo, Kibe (ainda) rules. E, também, vale frisar que o Frederico saiu do Jacaré... T_______T.

P.S: Não percam a sooper produção "Corre, Muié!", com o blogueiro que vos fala no papel de cone. Do CCE da UFPI para o mundo. Em breve, no Youtube mais próximo de você!

sexta-feira, 28 de março de 2008

Resumo da Aula de Tecnomídia

okok!



Ah, e o professor também falou do fonógrafo...

Bom fim de semana, pessoal! Até segunda!

segunda-feira, 10 de março de 2008

Fim de férias! Uêba?

Pois é, fim de férias, nada mais de desenhos nota 10, como esse:



Ops! desenho errado...
Esclarecendo: eu assisto a esse apenas para fins didático-blogológicos. Nada de gostos pessoais, ok? (tem horas que, quanto mais você explica, mais se complica...)

Ou esse:



Quem sabe à tarde ver um filme desses:



Tá bom ,esse nem passa mais...

Ou uma seqüência do nosso ídolo favorito:



\o/o/o\

À noite, pra relaxar, mais um campeão de aldienssia!



Em compensação, vamos rever os miguxos (e as férias num tavam aí nera pra isso?), bater altos papos nas altas lanchonetes, assistir àquelas aulas ma-ra-vi-lho-sas(uhulllll?), e aquela kal total. Aproveite (o que quer que isso signifique)!


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Metamorfose Ambulante

É com grande orgulho e radóstia, Ó, meus irmãos, que eu vos digo: li Laranja Mecânica, de Anthony Burgess. Pela primeira vez na minha jizna, leio uma obra depois de ter assistido ao filme que lhe corresponde.

Nesta ficção, Burgess nos faz videar as transformações e os conflitos de Alex, um nadsat real horrorshow bem diferente - porém nada incomum - líder de uma grupa de "desordeiros".

Vivendo em uma sociedade que não tem ânimo para contestar nada, o maltchik e seus druguis, entre outras coisas , krastam casas e lojas e toltchokam os "cidadãos de bem". Numa dessas investidas, Alex é pego pelos miliquinhas e jogado em um sistema penal embrutecedor - que em nada se diferencia do princípio do "olho-por-olho, dente-por-dente" - sendo em seguida submetido a um método de "ressocialização" pouco convencional - que parece ser tendência (atenção pra quem não leu o livro, e quer ler: esse link tem spoiler!) do nosso futuro.

Comentário pessoal: para quem, como eu, sente-se vitimado por uma eterna síndrome de Peter Pan, o livro é um tapa na cara... E se você, leitor, não entendeu algumas expressões, faça como eu: leia o livro!

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Carnaval Ahaza!

Bem que minha tia queria sentar lá no fundo...Sim, eu estive aí...

Oi, sentiram minha falta? (eu sei que não sentiram, a pergunta é retórica. Mas diz que sentiu, diz!)

Pois é, Carnaval em Piripiri, muita gente bonita (e feia também) e uns dias de repouso. Mas, como as antenas não desligam nunca, ainda catei umas coisinhas do feriadão procês. Ó só:

Um mantra: "Beber, cair, levantar". Mas disseram por aí que a tradução do Akon rules em Piri²...

Atenção: Traços Esparsos não faz apologia à bebida, e preserva o meio-ambiente. Nenhum animal menor de 18 anos foi molestado ou mesmo obrigado a ingerir bebidas alcóolicas durante a produção desse post.

Uma comida: sorvete de tucum, que parecia de buriti, mas tinha gosto de pequi. Patrocínio: Sorveteria

Leituras de cabeceira: As Aventuras de Betinho Carrero (in memoriam), Revista Piauí nº 16 (eles também apostaram em Mike Huckabee, quenem eu) e A Arqueologia do Saber (jura que entende...).

Uma lição: "Carro de caçamba não é pra carregar gente, é pra carregar carga: arroz, feijão..."

Um passeio: perdendo a audição e massageando o coração a bordo de um som pancadão.

Perdi a oportunidade de acrescentar um filme raríssimo ao meu acervo do IMDB...

Vejam minhas fotos em (e eu tirei??)

Bom, pilha nova, assuntos de sempre, bora voltar pra vida real.

P.S 1 (ainda do carnaval): O Carnaval de Piripiri é *TEMDEMSSIA TOTAU*. fikdik

P.S 2: Esqueci que o Grammy foi ontem *SHORALYTRUZYLYTRUZ*;_;. Mas tiop, fiqei felis porque acertei q a Amy ia matar a pau...zo/ \oz \o/ LoL

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

O narrador de A Sangue Frio

(Só pra dizer que li Capote...)

A Sangue Frio apresenta um narrador meticuloso e onisciente a contar tanto a história de um assassinato brutal, como a trajetória patológica dos executores dessa chacina. Truman Capote demonstra ter sempre algo mais a dizer, sem se tornar prolixo ou enfadonho. Surpreendemo-nos com um autor que tenta sublimar a todo tempo sua passionalidade e emoção - e a própria presença em alguns acontecimentos. Ele parece estar em todos os lugares descritos sem estar em nenhum, parece ouvir surdamente os relatos e transcreve-os literalmente, um não-personagem ativo, um contador de histórias impessoal.

Tudo isso aí que eu disse atrás = romance sem ficção.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Talento Inútil número 13

Assistindo ao Planeta Terror, fixei um frase essencial do filme, dita pela Dra. Dakota Block (Marley Shelton): "todos nós temos um talento inútil".

Aí, né, fui pensar um pouquinho a respeito: qual será o meu? Bom, até agora eu descobri meu talento dispensável raro de memorizar finais marcantes de novelas brasileiras. Vê só:

Reginaldo (Eduardo Moscovis), em Senhora do Destino (2004-2005):



Dispensem a legenda, viu?
Gustavo (Kadu Moliterno), Pátria Minha (1994):



Pena que o Youtube não me ajudou mais, ainda tinha o final do Lemos (Paulo Gorgulho), em Essas Mulheres (2005). Mas taí, é uma coisa que eu tenho de talento. E você, amigo leitor, qual seu talento inútil?
P.S: ao leitor de primeira vez, (ainda) não há outros doze talentos inúteis listados no blog. Quem sabe mais pra frente, néan?

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Quando o sucesso bate à sua porta

Um momento histórico para a blogosfera; o divisor de águas entre o que é lesho e o que é loosho no universo virtual; uma novidade sufocante.

Eu, procurando no Google a letra do mantra-wannabe de 2008, Sacode by Gyselle-BBB-From-Piauhy-To-World, vejam o que eu encontrei. Reparem na 1ª PÁGINA a ser listada como resultado da pesquisa:


Agora é continuar a luta pela aldienssia e escrever coisas que quase ninguém escreveu. Quem sabe eu não apareço no Google também?

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Gringo na UFPI - Parte II

Pois é, né, aula passada o professor ficou de falar na pedra filosofal da vida toda inteira, a cura de todos os males, Baudrillard... Mas só nelso.

No capítulo anterior...

Hoje, ele foi foi falar de um trabalho que o Gustavo e o filho de Stricknininckcnkaein, Strickaleiianjeijsij Jr., fizeram sobre as reações de um grupo determinado quanto às letras dos hinos nacionais dos Estados Unidos e do Brasil (pesquisa da qual nossos diletos amigos que cursaram Teoria da Comunicação II período passado participaram). Como eu não entendi achei a pesquisa interessante, não vou falar dela aqui. u_u

Só sei que ele continuou a me deixar na dúvida, e eu vou continuar postando aqui pensando que sou jornalista, e o Baudrillard que vá pra lá com essa de "o real não existe". Ow, come on!

P.S: Atendendo a pedidos, o tiopês está temporariamente suspenso deste blog. Preciso me fazer entender. Por isso, nõa fikéim xatiados, f~aes do tiopês, o k?